17 fevereiro 2016

Coluna: Na Tela #21!




Olá, gente! Vamos lá com mais uma indicação de série original da Netflix e dos quadrinhos, e aproveitando que o David já fez menção a ela esta semana, nada menos nada mais que Jessica Jones hoje para vocês!



Sinopse: Desde que sua curta jornada como super-heroína terminou em tragédia, Jessica Jones tem reconstruído sua vida pessoal e carreira como uma detetive particular em Hell's Kitchen. Atormentada por autodepreciação e um forte caso de estresse pós-traumático, Jessica luta contra demônios que vem de dentro de si e os de fora, usando suas habilidades para aqueles que precisam... Principalmente se eles estão dispostos a pagar a conta.











Elenco: 
Krysten Ritter (Jessica Jones), Rachel Taylor (Patricia "Patsy/Trish" Walker), Mike Colter (Luke Cage), Carrie-Anne Moss (Jeri Hogarth), David Tennant (Kevin Thompson/Kilgrave), Wil Traval (Will Simpson/Nuke), Eka Darville (Malcolm Joseph Ducasse), Erin Moriarty (Hope Shlottman).


Jessica Jones é a mais nova aposta da Netflix com a Marvel, tendo Melissa Rosenberg (A saga Crepúsculo e Dexter) como criadora. A série, como outras originais da Netflix, teve seu lançamento mundial com a publicação de todos os 13 episódios no dia 20 de novembro de 2015, encontrando-se atualmente com nota 8,4 no site IMDb.

Há muito tempo as mulheres queriam uma heroína que as representassem no cinema ou na TV, e não uma heroína que ficasse ofuscada pelos heróis. Jessica Jones vem para saciar essa falta de representação. Jessica mostra aquilo que todos nós já sabemos: a mulheres podem ser tão fortes como nós ou até mais.

Jessica Jones não apenas é mais uma adaptação de HQ, como na série também trás muito mais que apenas isso, tendo como um bom exemplo a presença de assuntos bastante polêmicos, entre eles, estupro. Jessica foi estuprada por Kilgrave e durante flashbacks podemos entender como isso aconteceu.

Quando se trata de adaptações é mais do que inevitável que haja mudanças, até porque nem tudo que funciona nos livros/HQs funciona do mesmo jeito na TV/cinema. Com o vilão da série há duas mudanças bem perceptíveis: a primeira é no próprio nome. Seu nome é Zebediah Killgrave, que foi trocado por Kevin Thompson e por alguma razão ele perdeu um dos "L" ficando apenas Kilgrave. Outra mudança no personagem tem influência no seu nome de vilão nas HQs, Killgrave é conhecido como Homem Púrpura (Purple Man) e esse nome é dado pois ele sofreu um acidente com produtos químicos tornando sua pele roxa. No seriado, entretanto, ele não é roxo e nem a origem dos seus poderes é essa, porém a produção da série deu um jeito do roxo aparecer. Kilgrave está sempre com alguma peça de roupa roxa e às vezes quando ele está usando seus poderes o ambiente fica na mesma tonalidade, ou em algo aproximado.

Uma outra mudança é em relação a melhor amiga de Jessica Jones. Nas HQs a sua melhor amiga é Carol Danvers a Capitã Marvel, porém com a personagem ganhando seu filme solo em 2019, a Marvel resolveu tira-lá da história e quem ficou em seu posto foi a Trish (HellCat).

Em minha opinião todas essas mudanças e as demais que eu não mencionei. porque o post ficaria enorme, foram muito bem-vindas e ficaram concretas dada a proposta da série, todos esse fatores culminaram em uma grande produção.

AVALIAÇÃO

Jessica Jones foi recentemente confirmada com uma segunda temporada, talvez para o segundo semestre de 2016. Ah, vale lembrar que essa é a segunda série solo do que futuramente serão os membro de Os Defensores, sendo a primeira Demolidor, que estreou no primeiro semestre de 2015, e ganha sua segunda temporada já no próximo mês; e a Netflix já confirmou ainda para este ano Luke Cage (que já participou de Jéssica Jones e fez par com a heroína) e Punho de Ferro.


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