Coluna: Tag #8!




Vamos que vamos de mais tag. Hoje a diversão mistura livros e pokemon? Como não amar não é. Se liga só no desafio do dia!

Intitulada de Pokemon Book Tag, a brincadeira é a seguinte, temos dez pokemons aleatórios e devemos relacioná-los a livros que lemos de acordo com as qualidades que são exigidas. Recebemos a indicação da Lu do blog Balaio de Babados. Obrigado pela indicação e claro, adorei a brincadeira. Bateu até uma saudade do tempo em que acompanhava (e do tempo que prestava) Pokemon. Quem criou a tag, ela não especificou, então, não sei mencionar de onde foi que nasceu a ideia. De toda forma, se você quiser saber da fonte original, basta fazer uma consulta mais meticulosa pelo google que deve aparecer. Vamos a brincadeira não é?




PIKACHU - Um livro que te chocou:



Neste novo romance, David Levithan leva a criatividade a outro patamar. Seu protagonista, A, acorda todo dia em um corpo diferente. Não importa o lugar, o gênero ou a personalidade, A precisa se adaptar ao novo corpo, mesmo que só por um dia. Depois de 16 anos vivendo assim, A já aprendeu a seguir as próprias regras: nunca interferir, nem se envolver. Até que uma manhã acorda no corpo de Justin e conhece sua namorada, Rhiannon. A partir desse momento, todas as suas prioridades mudam, e, conforme se envolvem mais, lutando para se reencontrar a cada 24 horas, A e Rhiannon precisam questionar tudo em nome do amor.
Não que o livro seja algo inovador. Nada disto, mas a forma como Levithan trabalhou a temática em si, a carga sentimental e emocional que ele colocou sobre o livro, me fez sentir-me na pele do protagonista, sentir aquela angustia de não ter raiz, de não saber quem eu seria amanhã.



SQUIRTLE - Um livro que te fez chorar:



Dois jovens prestes a escolher a morte despertam um no outro a vontade de viver.Violet Markey tinha uma vida perfeita, mas todos os seus planos deixam de fazer sentido quando ela e a irmã sofrem um acidente de carro e apenas Violet sobrevive. Sentindo-se culpada pelo que aconteceu, Violet se afasta de todos e tenta descobrir como seguir em frente. Theodore Finch é o esquisito da escola, perseguido pelos valentões e obrigado a lidar com longos períodos de depressão, o pai violento e a apatia do resto da família.Enquanto Violet conta os dias para o fim das aulas, quando poderá ir embora da cidadezinha onde mora, Finch pesquisa diferentes métodos de suicídio e imagina se conseguiria levar algum deles adiante. Em uma dessas tentativas, ele vai parar no alto da torre da escola e, para sua surpresa, encontra Violet, também prestes a pular. Um ajuda o outro a sair dali, e essa dupla improvável se une para fazer um trabalho de geografia: visitar os lugares incríveis do estado onde moram. Nessas andanças, Finch encontra em Violet alguém com quem finalmente pode ser ele mesmo, e a garota para de contar os dias e passa a vivê-los.
Não sou de chorar em livros. Raramente choro, mas o final deste, meu Deus, sou sincero quando assumo que lacrimejei. Me identifiquei demais com o protagonista. E depois de tudo que ele passa, SENHOR, não foi fácil. 



CHARIZARD - Um livro que te deixou tão bravo que você queria colocar fogo nele:



Amigos e Inimigos. Perigo e Magia. Morte e Vida. A maioria dos garotos faria qualquer coisa para passar no Desafio de Ferro. Callum Hunt não é um deles. Ele quer falhar. Se for aprovado no Desafio de Ferro e admitido no Magisterium, ele tem certeza de que isso só irá lhe trazer coisas ruins. Assim, ele se esforça ao máximo para fazer o seu pior... mas falha em seu plano de falhar. Agora, o Magisterium espera por ele, um lugar ao mesmo tempo incrível e sinistro, com laços sombrios que unem o passado de Call e um caminho tortuoso até o seu futuro. Magisterium: O Desafio de Ferro nasceu da extraordinária imaginação das autoras best-sellers Holly Black e Cassandra Clare. Um mergulho alucinante em um universo mágico e inexplorado.
Esperei tanto desse livro e no fim ficou aparentemente mal estruturado, personagens pouco explorados e uma história cheia de lenga lenga com diversas referências a Harry Potter; referências estas não sutis, mas saltantes, idênticas. 



PIDGEY - Um local de um livro para o qual você gostaria de voar:



Primeiro volume da saga Percy Jackson e os olimpianos, O ladrão de raios esteve entre os primeiros lugares na lista das séries mais vendidas do The New York Times. O autor conjuga lendas da mitologia grega com aventuras no século XXI. Nelas, os deuses do Olimpo continuam vivos, ainda se apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade humanos, como os heróis da Grécia antiga. Marcados pelo destino, eles dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade.O garoto-problema Percy Jackson é um deles. Tem experiências estranhas em que deuses e monstros mitológicos parecem saltar das páginas dos livros direto para a sua vida. Pior que isso: algumas dessas criaturas estão bastante irritadas. Um artefato precioso foi roubado do Monte Olimpo e Percy é o principal suspeito. Para restaurar a paz, ele e seus amigos - jovens heróis modernos - terão de fazer mais do que capturar o verdadeiro ladrão: precisam elucidar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses.
Todo mundo que lê o blog sabe do meu amor por ele não é? Pois é, não ia ser outro lugar não. Acampamento Meio-Sangue.


MEOWTH - Um livro que você não compraria de novo:



Em um piscar de olhos, todos com mais de 14 anos desaparecem. Restam adolescentes. Pré-adolescentes. Crianças. Nenhum adulto. Nenhum professor, policial, médico ou responsável. Linhas de telefone, redes de televisão e a internet param de funcionar. Não há como pedir ajuda. A fome é intimidante e a violência começa. Os animais parecem estar se transformando, e uma criatura sinistra está à espreita. Os próprios adolescentes estão ficando diferentes, desenvolvendo novos talentos: poderes inimagináveis, perigosos e mortais, que crescem dia após dia. É um mundo novo e assustador. É preciso escolher um lado — e a guerra é inevitável.
Esperei dois anos para ler. Paguei 50 reais depois de tantas resenhas positivas que li, e pra que? Pra me decepcionar. Gone foi minha maior decepção de 2015, e confesso que quero continuar a série para vê no que vai dá, mas fico com um pé a atrás. 



TORCHIC - Um livro que te fez sentir quente por dentro:



Conheça Harry, filho de Tiago e Lílian Potter, feiticeiros que foram assassinados por um poderosíssimo bruxo, quando ele ainda era um bebê. Com isso, o menino acaba sendo levado para a casa dos tios que nada tinham a ver com o sobrenatural pelo contrário. Até os 10 anos, Harry foi uma espécie de gata borralheira: maltratado pelos tios, herdava roupas velhas do primo gorducho, tinha óculos remendados e era tratado como um estorvo. No dia de seu aniversário de 11 anos, entretanto, ele parece deslizar por um buraco sem fundo, como o de Alice no país das maravilhas, que o conduz a um mundo mágico. Descobre sua verdadeira história e seu destino: ser um aprendiz de feiticeiro até o dia em que terá que enfrentar a pior força do mal, o homem que assassinou seus pais, o terrível Lorde das Trevas. O menino de olhos verdes, magricela e desengonçado, tão habituado à rejeição, descobre, também, que é um herói no universo dos magos. Potter fica sabendo que é a única pessoa a ter sobrevivido a um ataque do tal bruxo do mal e essa é a causa da marca em forma de raio que ele carrega na testa. Ele não é um garoto qualquer, ele sequer é um feiticeiro qualquer; ele é Harry Potter, símbolo de poder, resistência e um líder natural entre os sobrenaturais.
Como não se sentir acolhido por essa série? Uma infância extremamente acolhedora <3 



PSYDUCK - Um livro que te deixou confuso e desesperado por respostas:



Nove de nós vieram para cá. Somos parecidos com vocês. Falamos como vocês. Vivemos entre vocês. Mas não somos vocês. Temos poderes que vocês apenas sonham ter. Somos mais fortes e mais rápidos que qualquer coisa que já viram. Somos os super-heróis que vocês idolatram nos filmes e nos quadrinhos mas somos reais.Nosso plano era crescer, treinar, ser mais poderosos e nos tornar apenas um, e então combatê-los. Mas eles nos encontraram antes. E começaram a nos caçar. Agora, todos nós estamos fugindo.O Número Um foi capturado na Malásia.O Número Dois, na Inglaterra.E o Número Três, no Quênia.Eu sou o Número Quatro.Eu sou o próximo.
Ler essa série é ficar da forma como essa parte da tag indica: desesperado por respostas. Não é fácil esperar basicamente um ano para poder saber como vai ficar o ponto final do livro anterior. E sofro. Mal vejo a hora de ler seu desfecho. 



JIGGLYPUFF - Escolha um personagem fraco que você não conseguiu evitar amar:



Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.
Bem, Eleanor e Park não são os personagens mais bem construídos que conheci. Já vi trabalhos muito melhores, mas é impossível ler o livro e não se apaixonar pelo casal, embora o final seja aberto e decepcionante. 



PIPLUP - Um livro subestimado:



Com uma certa atmosfera de Um dia, mas voltado para o público jovem adulto, A probabilidade estatística do amor à primeira vista é uma história romântica, capaz de conquistar fãs de todas as idades. Quem imaginaria que quatro minutos poderiam mudar a vida de alguém? Mas é exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia.
Acho que as pessoas deviam dá mais chance a esse romance. Além de fofo, ele retrata bem a realidade idealizada do amor que todo mundo gostaria de ter.




Mr. MIME - Quantas pessoas você irá taggear e quem são elas?

Não vou indicar ninguem especificamente desta vez. Vamos deixar a meta aberta e quando atingirmos a meta, nós dobramos ^^ Sinta-se a vontade para responderem! E você, qual seriam suas escolhas?


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